Amargo e Doce Desejo
"O desejo é uma força poderosa que pode ser usada para fazer as coisas acontecerem!"
06 de Novembro de 2012

Continuação...

 

 

 

Pedro fixou o olhar bem no fundo dos olhos de Paloma, como se querendo através deles tentar saber se aquela pergunta inesperada seria franca e o porquê dela lhe fazer tal proposta. O pensamento dele invadiu-o por completo com mil e umas perguntas das quais ele tinha a resposta para quase todas. Queria deixar-se levar pelo momento, e agora começara a ter a certeza que Paloma também desejava o mesmo, e isso dava-lhe alento para que pudesse ser um pouco mais ousado do que estava a ser até então. Mas sabia que teria que ir com calma, não queria colocar nada a perder numa oportunidade destas quase impensável há bem poucas horas atrás.

Posto estes pensamentos todos de lado na cabeça dele, de fundo escutava-se ainda o cd a tocar, agora com umas músicas mais softs, o que ajudou para que se aproximassem e encostassem suas testas.

Sem que as desencostassem ele olha-a e responde à pergunta que Paloma lhe fizera:

" - Pois, tens razão, já é tarde...muito tarde, mas....dormir???" - questionou-a continuando: " - Por mim era capaz de passar a noite inteira assim, a olhar para ti, és tão linda, linda, linda mesmo..."

E nesse mesmo instante os lábios de ambos juntam-se e surge um beijo...suave, meigo, intenso, aventureiro, delicioso tal como aquela noite que lhes estava a ser proporcionada.

No final desse beijo marcante que muito dificilmente se esquecerá no futuro, Paloma e Pedro trocam olhares, nos quais desvendavam através do brilho existente neles o desejo de quererem mais um beijo, queriam repetir aquele bailar de línguas, como se tratasse de uma dança.

O desejo tomou conta deles e beijaram-se de novo, desta vez com os corpos apertados um contra o outro, queriam ser tocados, sentidos.

 

Pedro leva a sua boca até ao pescoço daquela mulher, enquanto ela fecha os olhos como se estivesse a sonhar acordada, um sonho cheio de desejo e partilhado a dois, sente um arrepio que lhe percorre o corpo todo.

Mas, nisto, abre os olhos como se querendo ou não acordar daquele sonho, afasta o seu corpo do dele e diz-lhe:

" - O que está a acontecer? Sinto uma coisa, um desejo avassalador, ai, ai...."

Ele sorriu-lhe, porque também ele estava a sentir o mesmo, beijou-a de novo, desta vez um beijo mais selvagem, mais provocante, enquanto as suas mãos foram percorrendo as costas daquela mulher, enquanto o olhar dela tesudo lhe suplicava que continuasse, queria ser seduzida, tocada, como há muito não era.

Mas, tudo muda de tom quando de repente ele que pensou que estava a dominar a situação, passa a ser dominado, quando vê que Paloma começa a percorrer a sua própria mão pela cintura abaixo, penetrando-a por dentro das calças de Pedro em direção ao seu orgão sexual, tirando-o para fora, e acariciando aquele orgão sensível o que fez com que Pedro soltasse um gemido de prazer perante tal ousadia dela.

Ela sorriu, ao mesmo tempo que sentia aquele membro duro entesado, fazendo algumas observações no seu pensamento " ai, já assim, duro? que rigidez...quero senti-lo todo, quero muito..." pensava para si.

Enquanto ainda estavam de pé com os corpos encostados e ela continuava a passar a mão no seu membro hirto, ele percorria-lhe com as suas mãos as coxas dela, apertando-a contra a parte de trás do sofá.

As carícias continuavam com o desejo cada vez mais forte de ambos, ele não escondia o seu tesão, puxando Paloma contra o seu peito, e explorando o que havia por descobrir por baixo daquela camisola que ela ainda tinha vestido.

Os seios dela pediam que fossem acariciados, ele obedeceu, desapertando um botão no seu decote e beijando-o, agora quase desnudados, observava-os e deliciava-se com o toque das suas mãos neles e com a rigidez que aqueles mamilos tinham, baixa-se e beija-os, Paloma deixa escapar um gemido como se quisesse dizer, "continua, quero mais e mais..."

 

Nesse momento Paloma sente que tem que mudar de novo o seu estado de submissa a dominadora, gosta de mandar e só gosta que mandem nela como se refere neste post aqui, e como ainda só está semi desnudada vai aproveitar para tentar comandar a situação tal como ela tanto gosta e sem permissão de Pedro avança pelo seu tronco, dirigindo-se de novo ao seu membro que ainda se encontrava todo esticadinho e emproado, até parecia que ía sair para uma festa de tão "elegante e confiante" que estava. Festa? Não!! Mas festinhas....ai, ai...estavam a prometer e a acontecer. Como ele gostava desse tipo de festinhas, principalmente quando a inibição de quem as fazia se ía perdendo.

Paloma puxa-lhe as calças para baixo, para que o seu membro se sentisse mais confortável e ainda não se atreve a olhá-lo, preferia fazer todas essas manobras, imaginando-o apenas e sentindo-o no toque.

Tocá-lo estava a ser maravilhoso, mas queria saboreá-lo...desce então pelo seu tronco abaixo e começa a percorrer a sua língua e os seus lábios ternurentos cheios de tesão naquele orgão sexual tentador. Saboreou, lambeu e tornou a lamber algum tempo seguido, enquanto ele lhe agarrava nos cabelos e pensava "ai, como chupas bem, isto está bom demais". Ela só no final abriu os olhos e olhou-o bem de perto, arregalando os olhos como que querendo dizer " que grande, que duro, desejo-o dentro de mim".

 

Pedro puxa pelos braços dela para que o corpo dela se erga junto ao seu e sorrindo-lhe beija-a de novo com a intenção de a encaminhar para a carpete que se encontrava frente à lareira, que já há muito chamava pelos dois...fogueira que ardia, tal como ardia o desejo daqueles dois amantes, desconhecidos, mas agora amantes, deixaram-se levar pelo desejo, pela atração, pela química, pelo tesão...e alimentavam cada vez mais a vontade de quererem estar um dentro do outro.

Ele deitou-se sobre a carpete e diz-lhe:

" - Anda deita aqui ao pé de mim!"

Foi um pedido cheio de desejo.

Paloma fez o que Pedro lhe tinha pedido e já deitados os dois sobre a carpete, ele desliza as suas mãos entre as pernas dela, até sentir aquela zona dela húmida de tanto tesão, percorreu-a toda habilmente com os dedos fazendo com que ela se contorcesse toda tal era o tesão ali sentido.

Com aquilo tudo, Pedro sentiu o seu tesão a aumentar abruptamente, queria sentir-se dentro daquela mulher, já que o destino a conseguiu trazer até ele. Verdade que tudo parecia acontecer rápido demais, mas o momento estava tão bom que nem quis pensar nos contratempos que poderiam existir, só queria tirar o máximo de proveito daquela madrugada fresca lá fora e ao mesmo tempo tão quente naquele local agora.

Pedro debruça-se sobre o corpo de Paloma, encostando o seu sexo nas suas entranhas que imploravam que fossem penetradas, parou, não se quis precipitar numa entrada violenta dentro dela, queria sentir a sua permissão, que ela tão bem fez apenas com o olhar, franzindo as sobrancelhas. Nesse momento prestes a iniciar a sua penetração, ela pergunta-lhe:

" - Vais-me penetrar assim, sem preservativo??"

" - Pois, sei que não devia, mas a verdade é que não tenho nenhum comigo, arriscas? Eu estou disposto a arriscar..." - dizia-lhe Pedro, sem ter a mínima noção dos riscos que estava a correr, o tesão já não o deixava ver mais nada.

" - Arriscas??" - perguntou-lhe Paloma intrigada.

" - Sim, e tu, não?" - respondeu perguntando à Paloma.

" - Não, claro que não, nada sei de ti, e não quero pôr a minha saúde em risco, por uma noite de loucura!" - disse-lhe ela.

" - Claro, compreendo e aceito a tua decisão, é sensata, talvez eu esteja mesmo a agir de "cabeças" quentes." - disse-lhe Pedro um pouco desiludido por saber que a sua investida que estava prestes a iniciar, acabara mesmo sem começar.

" - Pedro, também te desejo muito, mas sinceramente acho que nos precipitamos e eu fui a grande causadora disto tudo." - disse-lhe Paloma.

" - Talvez nos tenhamos precipitado, mas estava a adorar e existem oportunidades nas nossas vidas que não as devemos desperdiçar, para mim esta é uma delas." - retorquiu ele.

" - Sim, concordo, também gosto de viver cada dia como se fosse o último, mas todas as nossas loucuras cometidas, devem ser controladas, ou não?" - disse-lhe ela.

" - Verdade, mesmo que para isso seja preciso interromper um momento de tesão, como este." - disse-lhe Pedro.

" - Interromper, como assim, se ainda estás com o teu membro todo em cima???" - disse-lhe sorrindo.

" - Pois, e não baixará facilmente." - disse-lhe Pedro mostrando-lhe o seu lado macho.

" - Baixa sim, se quiseres podes tomar um banho de água fria, talvez te ajude, queres?" - sugeriu-lhe Paloma.

" - Só se fosse para lhe dar uma coça, no chuveiro." - ousou Pedro.

" - Aahahahahah, serias capaz de o fazer, aqui em minha casa?" - perguntou-lhe ela.

" - Talvez, mas não o farei, eu também me sei acalmar, embora isso às vezes seja feito com algum custo." - respondeu-lhe ele.

" - Não sentes fome?" - perguntou Paloma, querendo mudar de assunto.

" - Sinto e não só de uma coisa!" - disse-lhe Pedro com o ar mais malandro que ela viu a noite inteira.

" - Tenho ali bolo de chocolate, fiz hoje de manhã, queres comer uma fatia com queijo? Eu adoro." - disse-lhe.

" - Hummmmmm, para além de saberes tocar piano, de me fazeres levantar o meu pau e depois habilmente de o conseguires baixar, ainda sabes fazer bolos??? - mencionou Pedro sempre com um sorriso nos lábios.

Paloma corou com as palavras que Pedro lhe dirigiu, respondendo:

" - Sei isso e mais aquilo que desconheces." - respondeu-lhe ela, piscando-lhe o olho.

" - Dás-me a oportunidade de vir a conhecer isso tudo??" - ousou Pedro.

" - Veremos...." - disse-lhe ela enquanto se dirigiu à cozinha para ir buscar o bolo e o queijo.

" - Posso utilizar o teu wc?" - perguntou-lhe Pedro.

" - Claro, é a segunda porta à direita." - respondeu-lhe ela.

Pedro quando voltou, foi ter com Paloma à cozinha e de repente passou-lhe pelo pensamento se aquela mulher não teria namorado, quis perguntar-lhe, mas ela interrompeu-o perguntando-lhe:

" - Que queres beber, tenho sumo de laranja no frigorifico ou preferes compal?"

" - Prefiro sumo de laranja se não te importares." - disse-lhe ele.

Dirigiram-se de novo até junto à lareira que ainda ardia e sentaram-se ambos no chão em cima da carpete, onde comeram o bolo.

" - Hummmm, que bolo delicioso, foste mesmo tu que o fizes-te?" - perguntou-lhe Pedro.

" - Sim, fui!" - respondeu-lhe Paloma, olhando para um relógio que tinha em cima de um móvel ao lado da lareira.

" - Já são quase seis horas, o tempo voou. Queres dormir aqui?" - perguntou-lhe ela pela segunda vez naquela noite.

" - Sim, se ficarmos aqui em frente à lareira, está-se mesmo bem." - respondeu-lhe Pedro.

Paloma estica um braço e puxa um cobertor que estava dobrado atrás de si no sofá, colocando-o sobre eles.

" - Fala-me de ti!" - disse-lhe Pedro.

" - Seria muito pedir-te que fosses tu o primeiro a falar de ti?" - pediu-lhe ela.

" - Se preferes, tudo bem eu começo, mas assim acho que hoje vamos ficar sem dormir." - disse-lhe Pedro observando que Paloma já estava a bocejar e a semi cerrar os olhos com mais regularidade, deitaram-se para baixo, cobriram-se e Pedro só tivera tempo de lhe dizer:

" - Dorme bem, quando acordarmos eu falo sobre mim, nota-se que precisas de descansar."

Paloma já com os olhos fechados, disse: " - Desculpa, mas já não aguento mais, tenho que dormir, levantei-me muito cedo."

 

Pedro estava sem sono, e ficou ali a observar aquela mulher linda que neste momento repousava a seu lado e imaginava o que poderia ter acontecido naquela mesma noite caso tivesse tido um preservativo à mão, mas por outro lado sabia que mesmo não tendo o que muito desejara em certos momentos mais quentes atrás, sentia-se bem por ali estar e por saber que talvez aquilo tudo fosse o ínicio de uma nova fase na sua vida.

 

Continua...

 

 

 

 

 

  

 

publicado por Palomina às 23:28 link do post
Eu bem dizia que ele deveria ter declinado o convite!
É novo o rapazito, não pensa, já deveria saber(com a idade que tem)que quem anda à chuva molha-se e quando chove leva-se resguardo....
Gostei do bolo de chocolate com um toque de queijo...adorei
opinandomais a 7 de Novembro de 2012 às 12:26
Pois, se calhar ainda é verdote...ou não!!
Tu que me pareces ter uma idade um pouco mais avançada que ele, andas sempre de guarda-chuva contigo?

Quanto ao bolo, comentários, para quê??
Já sabes o que a casa gasta.
Palomina a 7 de Novembro de 2012 às 14:09
Principalmente por esta altura do ano, ando sempre resguardado e com as vacinas em dia. cautelas e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém
Vai uma canjinha?
Palomina a 7 de Novembro de 2012 às 16:51
Vai sim, embora agora esteja à cautela
Nada disso...!!
E ainda se vendem cautelas?
Palomina a 8 de Novembro de 2012 às 22:28
A cada esquina!!
Só se for por aí...por aqui já nem me lembro de ver disso.
Palomina a 8 de Novembro de 2012 às 22:49
Ele não é homem prevenido, se o fosse não ficaria com fome...
eu ando às voltas a 7 de Novembro de 2012 às 14:01
Ou talvez não...se aumentares a fome depois não comes com mais apetite??
Palomina a 7 de Novembro de 2012 às 14:13
Apetite tenho sempre, mas por vezes se aumentares demasiado a fome corre-se o risco de quando se come, comer tudo à pressão sem se apreciar a comida.
;)
Pois, mas quando isso acontecer, come com cuidado que ainda te engasgas!
Palomina a 7 de Novembro de 2012 às 14:26
Há que apreciar sempre o prato que nos põem à frente.
O prato e a comida!
Palomina a 7 de Novembro de 2012 às 14:28
Por vezes a comida nem vem em pratos.
Pois não!
Pode vir de muitos outros locais diversos.
O importante é que esteja apresentável, limpa e de preferência com muito bom sabor.
Palomina a 7 de Novembro de 2012 às 15:53
A apresentação conta muito, afinal o primeiro sentido que come é a visão.
A visão e o cheiro tb ajuda mto.
Palomina a 7 de Novembro de 2012 às 16:13
Sim, a apresentação do prato pode atrair, mas nem sempre o mais belo prato é o mais saboroso.
Verdade, verdadinha!!
Palomina a 7 de Novembro de 2012 às 16:25
Mas quando se é de boa boca...
...come-se de tudo ou quase!
Palomina a 7 de Novembro de 2012 às 16:44
Vês como sabes, tu compreendes-me.
Se calhar porque também sou de boa boca!
Palomina a 7 de Novembro de 2012 às 16:53
Isso é algo que gostava de ver.
;)
A boca?
Palomina a 8 de Novembro de 2012 às 22:11
E não só
Palomina a 10 de Novembro de 2012 às 18:54
Menina Palomina

Segundo avanço mais interessante como tinha deixado transparecer, a ousadia marcou presença e a dança das personagens já foi mais elequente. Notório o avança de um e o recuo de outro e vice-versa, num jogo habil de dominador/submissão. Um seguimento de acção previsivel até ao ponto do preservativo onde a viagem acaba por dar uma volta significativa e confesso... inesperada.

Por vezes consegue-se sentir a intensidade com que bates nas teclas desse portátil, o entusiasmo de escrever a cada frase solta, o pulsar de inquietação que faz o texto e a acção fluir quase de forma automática fazendo-te viver o momento, sentires a acção ue descreves dentro da tua mente...

Waiting next...

Beijo
O Santo Diabinho a 7 de Novembro de 2012 às 22:29
Pergunto-me como é que se consegue fazer sentir a intensidade com que bato nas teclas?
Interessante essa observação.
Verdade é que, a imaginação urge automáticamente sem que antes disso tenha nada em mente. É bom escrevermos assim, sem ter que fazer pausas para pensarmos no que virá a seguir.

E o terceira parte já cá mora!

Boa noite.
Palomina a 8 de Novembro de 2012 às 01:06
Menina Palomina

Um texto mesmo que seja breve acaba sempre por conter algo de quem o escreve.
Não é somente um aglomerado de palavras e frases, por vezes são transmitidos sentimentos e emoções, mesmo sem te aperceberes de tal facto. A mente acaba por colocar "conteúdo" que nem sempre é perceptível.

A intensidade com que "bates nas teclas" não só se sente como é transmitida pela velocidade com que a história flui da mente para o post, a libertação é automática, nem se pensa ;)

Beijo
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