Amargo e Doce Desejo
"O desejo é uma força poderosa que pode ser usada para fazer as coisas acontecerem!"
25 de Novembro de 2015

Assinala-se hoje o dia internacional de combate à violência contra a mulher.

 

violencia-contra-mulher

 

"Enquanto houver necessidade da existência deste dia é sinal que se mantém a falta de respeito entre ambos os sexos.

Agressão verbal, física ou psicológica, de parte a parte, é crime. Não há justificação para a agressão mútua. Não há justificação para a não denúncia. Não há justificação para o aceitar. Desculpar. Esquecer.

Compete-te a ti que sofres, denunciar.
Compete-te a ti que sabes, denunciar.
Compete-te a ti que agrides, parar!"

(R.L.)

publicado por Palomina às 15:21 link do post
Não consigo compreender como é possível uma mulher se sujeitar a tal tratamento. A mim levantar-me-iam a mão, e para além de levarem primeiro que eu, sairia pela porta e não voltaria nunca mais! Quando há filhos é pior... mas normalmente esses comportamentos surgem antes dos filhos...
Mula a 25 de Novembro de 2015 às 15:31
Pois, esse tipo de comportamentos surgem antes dos filhos (ou não), ou então esse tipo de mulheres sujeita-se devido à situação económica em que vivem, muitos destes casos são de mulheres que dependem monetariamente dos maridos e não se denunciam por essa mesma causa infelizmente.
Palomina a 25 de Novembro de 2015 às 15:36
Sim, também é verdade. E a vergonha e falta de apoio por parte de familiares e amigos também não ajuda... Porque não acredito, que uma mãe, um pai, ou até amigos, acreditem que a pessoa é tão desastrada, tão desastrada, que está sempre a cair, a bater com a cara não sei onde.

E depois ainda há a outra violência que muitas mulheres desconhecem ser igualmente violência doméstica... e que para mim, é pior, pela falta de provas, porque não deixa vestígios, e que atinge até pessoas de posses financeiras, e que não pedem ajuda, e ninguém vê que precisam de ajuda: A violência psicológica. Aquela que atira para o fundo do poço, tantas e tantas mulheres...
Mula a 25 de Novembro de 2015 às 16:00
Concordo! A vergonha também não ajuda.
E quem está por fora que sabe ou suspeita desse tipo de agressões, não gosta de se intrometer em algo que se julga ser apenas do casal.
Palomina a 25 de Novembro de 2015 às 16:04
Não creio que no fundo, as pessoas julguem que é um problema só do casal. Eu acho que existe muitas pessoas que têm é medo de depois sofrerem represálias se denunciarem, não nos podemos esquecer que estaremos a denunciar uma pessoa violenta, que poderá vingar-se posteriormente... é sempre muito complicado.

Depois também ainda há o outro lado. Das pessoas, de fora, que denunciam, e a polícia vai lá a casa, e coiso e tal e a mulher diz "não é nada, foi um mal entendido", a violência doméstica é crime público, mas se não houver provas e se a vítima não "se mexer" então pode ser complicado existir acusação...

No estrangeiro, sei que há uma lei que se houver denuncia, quer a mulher concorde ou não, o homem é obrigado a sair de casa por um determinado período, para dar tempo à mulher de pensar no que quer fazer, e o homem fica impedido de se aproximar da mulher... mas cá, que eu saiba, não há nenhuma lei, na realidade que proteja verdadeiramente a mulher.
Mula a 25 de Novembro de 2015 às 16:13
Era aí que eu queria chegar...
Palomina a 25 de Novembro de 2015 às 16:22
São situações muito complicadas que ninguém está livre. Por vezes só conhecemos as pessoas com quem estamos verdadeiramente, quando algo de complicado acontece e a pessoa se desvaira.
Mula a 25 de Novembro de 2015 às 16:32
Nem mais.
Mas é algo que me revolta e acho que não conseguiria ficar indiferente sabendo que algo desse género se estaria a apssar com alguem que eu conhecesse.
Ou então se fosse eu a vitima, não me calaria de certeza!

Palomina a 25 de Novembro de 2015 às 16:35
Eu e a minha mãe já acolhemos uma amiga dela, aliás acolher é um termo simpático, porque na realidade, escondemo-la na nossa casa durante uns bons dias... até que ela decidiu voltar para o marido... o que fazer nessas situações?

Por outro lado, já suspeitei que uma vizinha era vitima de violência doméstica, com os gritos que se ouvia, era assustador, eu morava lá há tão pouco tempo que não sabia se quer o que fazer... eu só pensava "onde me vim meter". Sempre que decidiam berrar às 4h da manhã olhava sempre para o telemóvel... até que menos de um mês depois a senhora suicidou-se... e ninguém fez nada. Confesso que isso hoje, passado quase 1 ano, me pesa na consciência não ter feito uma única chamada para a polícia...
Mula a 25 de Novembro de 2015 às 16:40
Por vezes hesitamos e não o deviamos fazer.
Palomina a 25 de Novembro de 2015 às 21:43
Não há justificação possível mesmo :(
vitória a 25 de Novembro de 2015 às 16:04
Pois, também acho, o pior é que segundo os dados das estatísticas cada vez há mais gente vitima de agressão.
Palomina a 25 de Novembro de 2015 às 16:18
É muito triste este tipo de comportamentos. Imagino o drama, a incerteza, a tristeza que uma mulher sofre com um companheiro em quem confiava! Mas há que nos valorizar primeiro e não ser sujeitas a esta violência, quer fisica, quer psicológica!
Chic'Ana a 25 de Novembro de 2015 às 16:33
Tens razão, mas à vista de ,muitas mulheres não parece ser tãoo fácil como julgamos ser.
Palomina a 25 de Novembro de 2015 às 16:39
É sempre complicado e cada caso é um caso. Mas não podemos ter medo, não podemos recear as opiniões e retalizações. Temos de procurar primeiro a felicidade...
Chic'Ana a 25 de Novembro de 2015 às 16:40
Exatamente.
Palomina a 25 de Novembro de 2015 às 21:44
Tal como escreveste,VERGONHA,para todos nós é existir um dia para assinalar tão triste acto,em pleno sec. XXI, este ano já denunciei uma dessas situações as autoridades por ter acontecido no meu prédio,e porque sendo um crime publico ninguém deve calar,já que quem o devia fazer,e tal como está escrito nos comentários já aqi publicados,por vezes as situações,sociais,económicas ou outras,levam a calar o que NUNCA devia ser calado.
Infelizmente,e porque trabalho numa escola,onde andam adolescentes com idades entre os 11 e os 17,e naturalmente reparo nos seus comportamentos,em particular este da violência entre pares,porque sempre lutei contra este flagelo,tenho de admitir que não agoura nenhumas melhoras,até antes pelo contrário,a falta de respeito entre os sexos e a violência gratuita e com que facilmente se recorre à mesma,por ambos os lados,deixa-me apreensivo quanto a extinção deste dia negro,com a agravante de se ter de abranger os dois sexos neste flagelo daqui a mais uns anos.

Um poste que serve para lembrar e nunca esquecer o que não devia sequer fazer parte de uma sociedade.

Beijos carinhosos
WOLF a 25 de Novembro de 2015 às 18:57
Antes de mais um bem haja a ti que denuncias-te algo que viste que não estava bem.
É assim que poderá começar para que esta luta tenha um fim. E só quando todos fizermos o mesmo, talvez já não seja preciso assinalar este dia.
Beijinho tb para ti, sem violência.
Palomina a 25 de Novembro de 2015 às 21:53
Sou contra a violência doméstica como todas nós e, felizmente o meu marido também o é!!! Mas sou França, não consigo perceber aquelas mulheres que levam anos vítimas de abusos e espancamento constantemente e mesmo assim continuam a viver, a alimentar, a vestir, e ter filhos de alguém que a única coisa que lhes dá é sofrimento. Não percebo!!
Ana Rita 🌼 a 27 de Novembro de 2015 às 07:35
Feliz de ti, seres contra e não seres vítima.
Na maior parte das vezes essas mulheres que falas são vítimas não só desse tipo de violências como das suas próprias amarras por motivos variados, infelizmente.
Palomina a 27 de Novembro de 2015 às 10:22
Sim eu sei e INFELIZMENTE não temos ninguém (nenhuma instituição, apoio ou ajuda) para estas mulheres, porque muitas vezes eu sei que elas se sujeitam pois não têm para onde ir ou pela própria chantagem emocional a que são sujeitas.
Se calhar falo de barriga cheia porque, se um dia me acontecesse uma coisa destas eu teria sempre o meu porto de abrigo (os meus pais) para recorrer e para ficar.

Não me julgues pelas minhas palavras, porque elas são o reflexo da minha educação.
Eu fui educada que a mulher deve ser respeitada e que nada justifica a agressão.

Concordo contigo, também fui educada por esses valores e também educo assim.
Nada justifica a violência, seja ela como for.
Mas temos sim uma instituição que ajuda a mulheres vitimas de violências ou crimes, falo da APAV, pode não ajudar na totalidade quanto era necessário e desejado, mas podemos recorrer a essa instituição para que nos possam ajudar e a encontrar o melhor caminho a seguir depois de um mau trato.
Palomina a 27 de Novembro de 2015 às 10:44
Mas por exemplo a APAV ajuda sim mas não têm infraestruturas que possam suportar a quantidade de pessoas que necessitavam de alojamento e de "porto seguro" . Porque (tirando os casos de violência encoberta, que são em muito superiores aos casos que são denunciados) mesmo assim, não têm hipótese de acolher todas as mulheres e crianças que solicitam ajuda.
É triste, mas é a realidade! não devia ser porque a base do casamento é o respeito.
E não estou só a falar de violência física, muitas vezes a violência psicológica é mil vezes pior, mas isso... são outros 500.
Claro que sim, concordo ctg!
Palomina a 30 de Novembro de 2015 às 14:24
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