Amargo e Doce Desejo
"O desejo é uma força poderosa que pode ser usada para fazer as coisas acontecerem!"
13 de Junho de 2012

Final da tarde, fazia muito calor, quando uma amiga da Palomina, lhe aparece em casa a pedir que vá com ela a um determinado local levar umas entregas, não lhe apetecia ir sózinha.

Tudo bem, aceita sem qualquer transtorno e seguem para a viagem, que por sinal seria curta.

Chegadas ao destino, Palomina fica deslumbrada com aquela paisagem, nada que ela não tivesse visto até então, mas naquele dia tudo parecia diferente, o céu estava num tom avermelhado, parecia um postal.

Estão ambas ao pé do rio e com aquele calor "sabia mesmo bem ir molhar os pés na água", pensava Palomina.

Enquanto a amiga vai fazer as entregas, a Palomina desloca-se do carro e dirige-se a esse mesmo rio. Ali respirava-se paz e sossego, não se via viva alma a não ser lá ao fundo um burburinho que parecia vindo de um café.

Fazia-se sentir um calor abafado simultâneamente com um cheiro a verão...não resistiu ao ver aquela água tão límpida e entrou dentro dela. Recuou e decidida, despe a roupa, deixando-se ficar apenas com as cuequinhas e mergulha na água, sabia que o poderia fazer, a amiga demoraria um bom bocado, naquele cliente. Deixou-se ficar ali a boiar na água, e por momentos esquece que tem pensamentos, que tem vida lá fora, fecha os olhos e entrega-se àquela paz.

Passam alguns minutos e repara que vem alguém em direção ao rio também, mas de um outro caminho que não fora o dela.

"Ups, quem será? E eu aqui em cuecas, talvez não venha para aqui..." pensou.

Esse alguém foi-se aproximando cada vez mais e agora já pudera ver que se tratava de um corpo masculino, e a imagem que vira ao longe dessa pessoa ao aproximar-se começou a ser-lhe familiar. Sim, de facto era alguém que ela conhecia muito bem.

Nessa altura Palomina, teve quase a certeza que iria ter companhia na água e todo o ambiente estava propício para que algo pudesse acontecer  dentro dela.

Palomina nada um pouco para mais longe, como se tentando afastar-se dele, mas em vão, ou então, tentando-se esconder de olhos terceiros que entretanto poderiam surgir. 

Ele,parecia resolvido no que queria fazer, e já dentro de água, todo nu, nada até ela.

 

Juntos cumprimentam-se e questionam-se o porquê de tanto um como o outro estarem naquele local àquela hora.

Coincidências da vida, apenas isso, ou então alguma força superior que fez tudo para os unir naquele final de tarde.

Trocam mais meia dúzia de palavras e nisto passam à ação, antes que se fizesse tarde. Ele agarra-a e beija-a, um beijo sôfrego, enquanto as mãos se mantinham ocupadas no corpo dela, tentando explorar e descobrir novos caminhos desconhecidos por ele até então, a água fazia salientar os mamilos, endurecidos, naquele corpo molhado.

 

Palomina não oferece resistência, respira fundo, enche os pulmões de ar e tenta fazer aquilo que nunca tinha feito, chupar um pau dentro de água, não estava a ser tarefa fácil, porque de vez em quando tinha que vir à superficie tomar fôlego, mas o pau começou a dar sinais que queria crescer mais e mais e naquelas circunstâncias, aquilo excitava-a demasiado. Sim, porque isto de praticar sexo dentro de água tem muito que se lhe diga e não é para qualquer um.

Mas para eles, tudo estava a correr bem, melhor do que qualquer mente fértil conseguiria imaginar. Parecia um sonho, ou um sketch retirado de um filme.

A dada altura tentam arranjar a melhor forma de se encaixarem e isso conseguiu-se de uma forma tão súblime, que passar para palavras torna-se difícil.

 

A água consegue travar-lhes certos movimentos em que eles desejariam que fossem mais rápidos, mas teria que ser ali, não podiam arriscar vir para fora de água.

Continuaram naquele entra e quase não sai, porque se sai...quase que se tem que recomeçar tudo de novo e quem já o fez dentro de água entenderá o que quero dizer com isto.

E naqueles instantes ela atinge um orgasmo, seguidamente em que ele sai dentro dela e ambos vêm algo esbranquiçado que até parecia fumo a vir à superficie e só aí ela notara que ele também se viera.

 

Nadam até ao encontro das suas roupas.

Onde ouvem uma voz a chamar: "- Palomina, Palomina, onde andas?"

"Xiiii, é a minha amiga, até esqueci dela." - murmurava a Palomina, sorrindo para a companhia que teve no rio.

Vestem-se apressadamente, despedem-se com um beijo, com um até breve e com a certeza que aquele final de tarde jamais será esquecido.

 

 

Existem momentos das nossas vidas que são inimaginários, mas que ao surgirem, conseguem mostrar-nos que estamos vivos, muito vivos!!

  

 

publicado por Palomina às 13:02 link do post

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